sábado, 3 de dezembro de 2016

As dez leis fundamentais da economia
Sociedades que as respeitam e não tentam revogá-las enriquecem

Economês, simples o suficiente até para Humanas. (rsrsrs) (PauloGeo)

"1. Para consumir é necessário antes produzir.
2. O consumo é o objetivo final da produção.
3. Não há nada que seja realmente gratuito.
4. O valor das coisas é subjetivo.
5. Sem poupança não há investimento e sem investimento não há acumulação de capital; sem acumulação de capital não há maior produtividade e sem mais produtividade não há aumento da renda.
6. Gastos são custos; o multiplicador da renda implica a multiplicação dos custos.
7. O dinheiro, por si só, não é riqueza. Dinheiro é um meio de troca; riqueza é abundância de bens e serviços e bem-estar. O governo criar mais dinheiro não significa criar mais riqueza.
8. O trabalho, por si só, não cria valor; para ter valor, um bem produzido tem de ser útil e demandado por consumidores que voluntariamente querem consumi-lo. [Entendeu, Marx!?)
9. No capitalismo de livre concorrência, o lucro econômico é o bônus extra que uma empresa ganha por ter sabido alocar corretamente recursos escassos.
10. Todas as leis genuínas da economia são puramente lógicas e, como tais, não precisam ser verificadas e nem podem ser empiricamente falsificadas."
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2579


Marxismo Cultural, Escola de Frankfurt... Com relação ao "estudante de escola pública" deixo claro que não concordo com o estigma e tampouco com a generalização. (PauloGeo)

Fidel Castro, senhor de escravos



Já cansei da turma que fala dos tais “avanços sociais” em Cuba para justificar a mais longa e cruel ditadura do continente. Em outras ocasiões, mostrei que esse papo é pura falácia, embuste, e considero inaceitável a concessão que muitos fazem a esse “lado bom” da tirania comunista em Cuba.
Mas como fico muito indignado com essa canalhice, o tom pode sair um pouco acima do necessário para abrir os olhos de algumas pessoas. Para isso temos Leandro Narloch, sempre com sua forma mais suave de abordar os assuntos. Em artigo de hoje na Folha, Narloch mostra claramente que mesmo se tais avanços fossem verdadeiros – e não são – Fidel ainda teria de ser considerado um cruel senhor de escravos:
Imagine se historiadores descobrissem que um barão do café do Brasil Imperial fornecia saúde e educação de qualidade a seus escravos. Uma tese de doutorado mostraria que a taxa de analfabetismo e mortalidade infantil dessa fazenda era a menor do país e que os escravos ainda tinham acesso aos melhores tratamentos de câncer disponíveis no século 19.
No entanto, como em qualquer fazenda de café da época, todos ali eram obrigados a trabalhar. Quem tentasse fugir, se recusasse a servir o fazendeiro ou reclamasse das condições recebia punições e castigos.
O sistema dessa fazenda deixaria de ser escravidão? Deveríamos reverenciar o barão escravista porque tomou a atitude revolucionária de garantir saúde e educação aos escravos, apesar das restrições de liberdade? 
Peço que o leitor adicione só mais um detalhe a essa história. Considere agora que esse senhor de escravos não viveu no Brasil do século 19, e sim em Cuba, no século 20.
Narloch não aceita a premissa de que houve mesmo avanços, lembrando que falta até sabonete na ilha, luz elétrica, e as condições são precárias em todo lugar, inclusive nos hospitais. Mas seu argumento é forte pois independe dessa premissa. Ou seja, mesmo se aceitarmos a falácia dos indicadores sociais, isso não inocenta Fidel em nada.
“Mas se fosse verdade, se o governo comunista tivesse de fato criado boas escolas e um eficiente sistema de saúde, isso faria de Fidel menos assassino, menos escravista?”, pergunta o autor. E sabemos a resposta. Quem poderia dizer que sim? Só mesmo alguém que admite publicamente não ligar para a democracia, para a liberdade, para os direitos individuais. Só mesmo um defensor do regime escravocrata!
O eufemismo, a mudança de rótulo, não altera o fato. Podem chamar Fidel de “líder revolucionário”, como fazem os intelectuais latino-americanos. Mas isso em nada muda a realidade: Fidel não passava de um senhor de escravos perdido no século 21. E se você defende esse tirano, então saiba que você não é um defensor dos pobres, da democracia, do povo ou da igualdade; você é tão somente um bajulador de senhores de escravos.
Rodrigo Constantino

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/12/1837671-fidel-castro-senhor-de-escravos.shtml
http://rodrigoconstantino.com/artigos/mesmo-se-fossem-verdade-os-tais-avancos-sociais-fidel-continuaria-sendo-um-senhor-de-escravos/?fb_comment_id=1256898821039277_1257232981005861&comment_id=1257217407674085&reply_comment_id=1257232981005861#f375891338cc78

sábado, 19 de novembro de 2016

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS: UMA ALEGORIA A CORRUPÇÃO DO PODER NA UNIÃO SOVIÉTICA COMANDADA POR SEU LÍDER, JOSEF STALIN (PauloGeo)

A Revolução dos Bichos
A decepção com o stalinismo ou com o autoritarismo ditatorial que desvirtuou os propósitos da Revolução soviética atingiu vários intelectuais europeus que foram comunistas ou simpatizantes do comunismo em meados do século 20. Foi exatamente essa decepção que levou o inglês George Orwell a escrever as duas obras que o colocariam na história da literatura universal: "1984" e "A Revolução dos Bichos".
Neste último o autor tematiza exatamente o fracasso da Revolução e a ascensão do stalinismo, recorrendo ao velho expediente das fábulas tradicionais, ou seja, utilizando-se de animais para representar os homens. O ponto de partida são as reflexões de um velho porco (que representa Karl Marx), o qual constata que os animais, apesar de superiores aos homens, são explorados por eles. Propõe, então, uma revolução que modifique esse estado das coisas.
O porco morre, mas outros porcos decidem levar seus ideais adiante, promovendo a revolução na fazenda onde vivem. Com o auxílio de outros animais, subjugam o dono da propriedade, que passam a administrar, teoricamente em benefício da coletividade animal. Porém, com o passar do tempo, os porcos vão se impondo aos outros bichos e assumem, na prática, o papel que era exercido pelos homens.
Na visão orwelliana do processo revolucionário, os porcos representam os bolchevistas e o desenvolvimento da trama vai mostrá-los assumindo o mesmo papel de domínio e exploração anteriormente exercido pelos homens, que se identificariam com a burguesia.
É impossível discordar do autor no que se refere ao chamado socialismo real. Em todos os lugares do mundo onde ele foi implantado ao longo da história, um partido - e via de regra o líder desse partido - tomaram o lugar da classe social que deveria comandar o processo revolucionário, substituindo a "ditadura do proletariado" proposta por Marx por uma ditadura do partido. Foi assim na União Soviética e em seus satélites do Leste Europeu, na China, no Camboja, em Cuba e na Coréia do Norte.
Dada a difusão das idéias socialistas em toda a América do Sul, a leitura de "A Revolução dos Bichos" continua atual e oportuna, ajudando o leitor a refletir sobre utopias e realidade, bem como a questionar a retórica da construção de uma sociedade mais justa e igualitária, em nome da qual "os fins justificam os meios" 
http://educacao.uol.com.br/resenhas/a-revolucao-dos-bichos.htm 

COMPRAR, JOGAR FORA, COMPRAR: A HISTÓRIA DA OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA

Temas abordados: indústria, obsolescência programada, consumo, capitalismo, recursos naturais, lixo.

Título original: The Light Bulb Conspiracy.
Lançamento: 2010.
Origem: Espanha.
Direção: Cosima Dannoritzer.
Gênero: documentário.
Duração: 52 min.
Idioma: espanhol.

Sinopse

O documentário evidencia a prática da obsolescência programada (ou planejada) como o motor da sociedade de consumo, onde desde os anos de 1920 fabricantes começaram a diminuir a vida útil dos produtos para aumentar as vendas.
http://linguagemgeografica.blogspot.com.br/search/label/Filmes%20Geogr%C3%A1ficos

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

Temas abordados: sociedade e revolução.

Título original: Animal Farm.
Lançamento: 1999.
Origem: EUA.
Direção: John Stephenson.
Gênero: aventura.
Duração: 91 min.
Idioma: inglês.

Sinopse 


A REVOLUÇÃO DOS BICHOS: UMA ALEGORIA A CORRUPÇÃO DO PODER NA UNIÃO SOVIÉTICA COMANDADA POR SEU LÍDER, JOSEF STALIn.
"A Revolução dos Bichos". Considerada um best-seller, a obra narra a história do fazendeiro Jones, um homem beberrão e cruel que explora seus animais. Revoltados com seu proprietário, eles se organizam em seu lar. De posse da terra, os bichos passam a controlar o lugar, decretando uma série de novas regras, mas, na busca de uma sociedade ideal, vêem-se traídos pela opressiva atuação dos novos dirigentes. (George Orwell)

OS DEUSES DEVEM ESTAR LOUCOS

Temas abordados: cultura, sociedade.

Título original: The gods must be crazy.
Lançamento: 1980.
Origem: Botsuana/África do Sul.
Direção: Jamie Uys.
Gênero: comédia.
Duração: 1h40min.
Idioma: inglês.

Sinopse


Num certo dia, de um avião de passagem, o piloto joga fora uma garrafa de vidro de Coca-Cola e inicialmente esse artefato estranho parece ser um presente dos deuses, com muitos usos a serem descobertos. Mas na tribo, os conflitos foram aumentando, já que há somente um frasco para dividir entre todos da tribo. Então, decide-se que o frasco deve ser jogado fora do planeta. Xi se oferece para a tarefa, e enquanto viajava para cumpri-la, ele encontra membros da civilização ocidental pela primeira vez. O filme apresenta uma visão diferente da civilização vista por Xi.

O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO

Temas abordados: meio ambiente, produção de alimentos, globalização.

Título original: The World According to Monsanto.
Lançamento: 2008.
Origem: França.
Direção: Marie-Monique Robin.
Gênero: documentário.
Duração: 1h 48m.
Idioma: inglês.
Sinopse 
O documentário "O Mundo segundo a Monsanto" traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas. 

A NOVA FASE DA MIGRAÇÃO HAITIANA



DAMOCRACY


Documentário que desmascara o mito de barragens monstro como energia limpa e como solução para as alterações climáticas. Ele registra a inestimável herança cultural e natural que o mundo perderia na Amazônia e na Mesopotâmia se duas barragens monstro planejadas forem construídas, barragem de Belo Monte no Brasil e barragem de Ilisu na Turquia. DAMOCRACY é uma história de resistência por parte dos milhares de pessoas que serão deslocadas e uma chamada para o mundo para apoiar sua luta.